sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Recitar Nam-myoho-renge-kyo é uma forma de meditação ou pensamento positivo?

"Sua mente, agora desnorteada pela escuridão inata da vida, é como um espelho embaçado, mas se o polir, é certo que transforma-se-á claro como cristal de iluminação das verdades imutáveis. Manifeste-se fortemente na prática da fé, polindo seu espelho incessantemente. E como poli-lo? Somente recitando Nam-myoho-renge-kyo."
("Sobre atingir o Estado de Buda" - Nichiren Daishonin, 1255) 


Esta passagem expressa a principal diferença entre a recitação do Nam-myoho-renge-kyo e meditação ou pensamento positivo. Apesar de meditação e pensamento positivo serem válidos para muitas pessoas, essas práticas são centradas na mente - acalmando-a e treinando-a - e não podem expressar os elementos fundamentais das nossas vidas, a nossa condição vital maior. Nichiren Daishonin afirma que o Estado de Buda dentro de nós transcende o poder de nossa mente. É a força da própria vida que acessamos para transformar as nossas vidas.
Nosso pensamento se torna mais positivo como resultado da recitação do Nam-myoho-renge-kyo, mas isso ocorre porquê a recitação do Nam-myoho-renge-kyo faz emergir o Estado de Buda das profundezas de nosso ser, o que naturalmente modifica nossa maneira de pensar. Quando o Estado de Buda emerge ele se torna a base positiva de cada aspecto de nossas vidas, incluindo o aspecto mental e físico. 

Recitar Nam-myoho-renge-kyo não é nem meditação tradicional nem pensamento positivo, embora se obtenha os mesmos benefícios dessas práticas, e muito mais. A essência de recitar Nam-myoho-renge-kyo é que, pelo próprio ato de faze-lo, estamos expressando o nosso Estado de Buda. 

Muitas pessoas associam a prática Budista com silêncio, meditação interior. Mas a prática de vocalizar, recitando e entoando vários ensinamentos tem sido uma parte importante na história do Budismo. A prática de Nichiren de recitar Nam-myoho-renge-kyo abrange ambos. Em vez de simplesmente explorar e se retirar para mundos privados da vida interna, nossa prática religiosa é centrada em revelar nosso potencial interno em benefício de toda a humanidade e da sociedade. Nichiren freqüentemente cita as palavras de um antigo filósofo Budista - " a voz faz o trabalho do Buda". A essência de Recitar Nam-myoho-renge-kyo é revelar a nossa natureza de Buda. É o caminho essencial para a nossa iluminação."

Fonte - Site da SGI USA, Tradução Cesinha Chaves

Ou seja, Daimoku age na causa enquanto que meditação e pensamento positivo agem no efeito.
=)8

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Cartão de ano novo

Meu cartão de Ano Novo para todos que frequentam e seguem o BudaNaWeb. Que venha 2010!

Click para ampliar.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O Gladiador - uma aula sobre motivação.

Recebi hoje pelo twitter um link de um vídeo muito interessante que me foi passado pela @nataliaCmartins. São cenas do épico "Gladiador" que servem de pano de fundo para uma orientação sobre motivação muito valiosa. Assistam e comentem.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Amenizando o Efeito Cármico - Tenju Kyoju

Todos os seres humanos são distintos entre si, quer por suas características psicológicas ou físicas. Alguns apresentam um dom artístico, outros são bem dotados intelectualmente. Da mesma forma, alguns nascem em um lar afortunado, enquanto outros desabrigados. Estas diferenças não podem ser escolhidas quando nascemos. Além disso, há casos em que um indivíduo pode estar exercendo o mesmo grau de esforço que outra pessoa, mas o resultado obtido ser totalmente diferente. Esta circunstância de vida é geralmente chamada de destino. Muitos de nós, tomamos consciência desta situação, quando observamos as diferenças existentes entre nós e aqueles ao nosso redor ou quando defrontamos as dificuldades no curso da vida. Assim, uma filosofia correta deve servir para solucionar esta questão, ao mesmo tempo que transmita coragem, poder e sabedoria para que se possa desafiar qualquer dificuldade e trazer a felicidade como resultado. Mas, qual é a visão budista sobre o destino ? Primeiro, vamos observar a visão budista sobre a vida e a morte.

O budismo ensina que o ciclo de nascimento e morte se repete constantemente nas três existências do passado, presente e futuro. Somente após compreender sobre a eternidade da vida, se torna possível, entender o conceito de destino budista. Nitiren escreveu em sua tese ‘A Abertura dos Olhos’: "Se deseja compreender as causas do passado, olhe para os resultados manifestos no presente. E, se deseja entender os resultados a serem manifestos no futuro, olhe para as causas que existem no presente". Esta passagem indica que o destino não é algo concedido por algum ente supremo, mas é de nossa inteira responsabilidade a decisão pelo nosso próprio destino. Isto significa que não importando as circunstâncias que estamos passando em nossas vidas, estas são provenientes das causas que fizemos no passado. Além disso, todas as ações que criamos no presente, servirão para determinar o nosso futuro. Os fatores que determinam o nosso destino é chamado no budismo de carma.

Por exemplo, sem percebemos, quando agimos de maneira constante e uniforme durante um longo período de tempo, acabamos incorporando-os como hábitos. Da mesma forma, as nossas tendências e padrões de comportamentos formam o nosso carma que acumulamos desde o distante passado até os dias de hoje. O conceito de carma também pode ser comparado a uma caderneta bancária que armazena todo o nosso comportamento. Existem ocasiões que estaremos em débito e outras com crédito. Assim, o princípio de amenizar o efeito cármico nos ensina a lidar com esta situação. Este princípio foi exposto no Sutra Nirvana e Nitiren explana a seguir: "Se o carma negativo do passado não for expiado nesta existência, deverá defrontar com os sofrimentos do inferno no futuro, mas caso enfrente severos desafios nesta vida, os sofrimentos do inferno irão desaparecer instantaneamente". (Major Writings, Vol.1, pág.17)

Logo, como podemos amenizar o efeito cármico ? Na "Carta de Sado" consta a passagem do Sutra Hatsunaion: "É devido aos benefícios obtidos ao se proteger a Lei que é possível amenizar seu sofrimento nesta existência". (MW 1-pag.40). Os benefícios obtidos pela proteção da Lei referem-se ao ato de abraçar o Gohonzon, recitar o Nam-myoho-rengue-kyo, assim como as ações que empreendemos pela paz mundial. Embora alguém possa acumular um carma para sofrer por inúmeras existências, no ato de acreditar no Gohonzon e praticar o Budismo, não somente se torna possível amenizar os sofrimentos, mas erradicá-los. Por que somos capazes de transformar nosso carma ao abraçar o budismo de Nitiren ? Isto é devido ao Nam-myoho-rengue-kyo ser a Lei que permeia a origem da vida e do universo e deste ser tão profundo quando a dimensão de vida que gera o carma. Naturalmente, o processo de mudança do carma não é uma tarefa fácil. Com certeza, requer um tremendo esforço e no ato de modificar uma tendência negativa, devemos entrar em contato com a nossa impureza interior para que possamos transformá-la. Desta forma, as dificuldades surgem como um filtro que nos possibilita erradicar o carma negativo através da prática da fé.

Assim, sobrepujando estas dificuldades, podemos aperfeiçoarmos como seres humanos e alcançarmos um estado de vida de real felicidade. Quando confrontamos com desafios em nossas vidas, devemos ter a absoluta convicção de que cada circunstância é uma oportunidade de transformar nosso carma e manifestar o princípio de amenizar o efeito cármico, sendo que esta prática nos conduz para a revolução humana.
Texto retirado do site As Mais Belas Histórias Budistas Preciosa Colaboração de Charles Chigusa e-mail: chigusacharles@hotmail.com

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Purificação dos 6 sentidos

No 10º capítulo “Mestre da Lei” (Hosshi) constam as cinco práticas do Sutra de Lótus: abraçar, ler, recitar, ensinar e transcrever. E o 19º capítulo “Os Benefícios do Mestre da Lei” (Hosshi Kudoku) afirma que, realizando essas cinco práticas do Sutra de Lótus, pode-se purificar os seis órgãos sensoriais. Vamos tratar, resumidamente, sobre a purificação desses seis sentidos.


1. Visão: nos faz discernir a essência de tudo. É o poder do discernimento em busca da felicidade. Em A Sabedoria do Sutra de Lótus, o presidente Ikeda afirma: “A capacidade de discernir esse ‘caminho para a felicidade’ é o benefício da visão. Isso não se aplica apenas a si próprio. Assim como um hábil físico, nós adquirimos a capacidade de ver o que as outras pessoas estão buscando e o que podemos fazer para ajudá-las a superar as dificuldades. O presidente Toda possuía um discernimento extremamente penetrante. Só de observar pequenos detalhes, como a maneira como a pessoa caminhava ou como abria uma porta, por exemplo, ele conseguia compreender imediatamente o que a preocupava ou qual era sua situação”

2. Audição: ser capaz de ouvir a “voz celestial”, a voz do Universo. Cultivar a capacidade de ouvir com cuidado, isto é, abrir os ouvidos e o coração para a voz do outro. Nosso mestre comenta: “Os ouvidos são a ‘janela da vida’ que se abre do pequeno Universo do ser para o grande Universo. São também o ‘portal do espírito’ que dá acesso direto às profundezas da vida. É por isso que a música tem o poder de provocar profunda emoção”

3. Olfato: a pessoa exala uma forte fragrância, não no sentido de perfume ou odor corporal, mas a “fragrância do coração”, a “fragrância da tenacidade” e a “fragrância da vida”.

4. Paladar: são dois tipos, as faculdades da língua — sentir o gosto dos alimentos e proferir palavras. É tornar-se um mestre do diálogo cujas palavras fazem diferença na vida das pessoas.

5. Tato: é adquirir aspecto digno em que os demais sentem-se naturalmente atraídos, como também cultivar a capacidade para discernir a tendência de vida das pessoas.

6. Mente: a pessoa torna-se sábia e grande erudita, capaz de adquirir um discernimento insuperável.

Purificar os seis órgãos sensoriais significa, em outras palavras, fazer a revolução humana. O seguinte dito do presidente Ikeda resume tudo: “A realidade interior reflete-se na aparência e no comportamento. O comportamento revela o coração. Há algo que emana de vocês e comunica-se com os outros. O ser interior expressa-se na maneira como a pessoa fala, na expressão dos olhos, em seus modos e no comportamento. Uma pessoa de verdadeira personalidade irradia um brilho imperecível, uma revigorante humanidade, uma inabalável convicção, uma vontade resoluta e uma firme determinação”.
Fonte: Jornal Brasil Seikyo 1983

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Estado de Buda

"Este é o último artigo da série intitulada “ Dez Estados de Vida”, cujo objetivo é aprofundar o conhecimento quanto a este importante princípio budista. 
O Estado de Buda (Butsu) constitui-se numa condição de vida em que lhe permite compreender a verdadeira essência de sua própria vida, a infinita benevolência que dirige suas atividades, completa e constantemente , para objetivos altruístas, um “eu eterno e perfeito e a total pureza da vida à qual nada pode corromper. O Estado de Buda é uma condição ideal que uma pessoa pode atingir , através de suas atividades altruístas (de Bodhisattva). É importante salientar que, como nenhuma condição de vida é estática, não se deve pensar que o Estado de Buda ou iluminação seja o objetivo final a ser atingido; é a condição experimentada no decurso de suas contínuas atividades altruísticas diárias. Em outras palavras, o Estado de Buda surge, em termos de vida diária, como ações de Bodhisattva, isto é atividades altruísticas, como por exemplo a prática de Chakubuku.
O Buda não é nenhum ser imaginário, da mesma forma a condição de Buda é uma condição real que reside nas profundezas da vida humana. Isto foi o que Sakyamuni propagou na Índia a cerca de 3000 mil anos atrás. Conforme Ryuju declara em seu “Daitido Ron”: “O Buda é o supremo entre todos os seres”. Aqui, “Todos os seres” significa a vida em si, e “Buda” a iluminação ou a mais pura e a mais poderosa energia vital. Nitikan Shonin afirma em seu “Sanju Hilden Sho”: “O Estado de Buda representa Sakyamuni e Taho”. Um Gosho esclarece que Sakyamuni, nesta passagem, significa a natureza de Buda dentro do indivíduo, ou seja, a sabedoria subjetiva (Ti) que compreende a iluminação, e que “Taho” indica a natureza de Buda existente no Universo, ou seja, a verdade ou mundo objetivo ou Lei (Kyo) ao qual as pessoas são iluminadas.
O segundo presidente da Soka Gakkai, Jossei Toda, compreendeu a verdade da existência do Buda de que esta é “ a própria vida e também as expressões da vida e também as expressões da vida humana. O Buda existe dentro de cada indivíduo e fora dele também, como a essência fundamental do universo.” Isto ele compreendeu enquanto esteve aprisionado numa cela solitária durante a Segunda Guerra Mundial. 
Sakyamuni explicou que o Buda é um ser sublime que é dotado com os “dez honoráveis títulos”, que aparecem no décimo segundo volume do “Juju Bibasha Ron” e que podem ser considerados como uma descrição do poder, da sabedoria, da virtude, da habilidade e benevolência próprios do Estado de Buda. Resumidamente essas dez virtudes são:
1. Nyorai ou o Buda: aquele que compreende a realidade última da vida que rege todos os fenômenos do universo. O Buda incorpora a verdade fundamental de todos os fenômenos e compreende a lei da causalidade permeando o passado, o presente e o futuro;
2. Ogu ou aquele que é digno de receber oferecimentos: Um Buda está qualificado para receber os oferecimentos das pessoas, pois é digno de admiração, louvor devido ao seu nobre comportamento;
3. Shohenti “conhecimento correto e universal”: Aquele que obtém uma compreensão total da Verdadeira Lei e que possui a perfeita sabedoria para conduzir outras pessoas a atingirem o mesmo supremo estado. Assim, o Buda é dotado de sabedoria ampla e perfeita, e compreende todos os fenômenos correta e equitativamente.
4. Myogyosoku “ conduta e claridade perfeitas”: Aquele que possui a sabedoria que abarca a eternidade da vida - passado, presente e futuro - e age espontaneamente para o bem dos seus semelhantes;
5. Zenzei “ livre das ilusões “: Aquele que controla todos os desejos pessoais com sua suprema e ilimitada sabedoria e atinge o Estado de Buda;
6. Sekengue “Compreensão do mundo”: Aquele que abrange e entende todos os assuntos seculares e religiosos, ou seja, todas as esferas da atividade humana através da luz da sabedoria;
7. Mujoshi “O insuperável: Aquele que não é ultrapassado por ninguém. Um Buda permanece supremo entre todos os seres vivos;
8. Jogojobu “Líder do povo”: Aquele que possui o poder de harmonizar as pessoas e conduzi-las em direção à felicidade. O Buda ensina e lidera todas as pessoas para a iluminação;
9. Tenninshi “Mestre dos homens e dos deuses”: o Buda é o verdadeiro Mestre que atinge os corações de todas as pessoas, independente da posição social;
10. Butsu-seson “Buda, o augusto”: O Buda é um iluminado, dotado da perfeita virtude e sabedoria, aquele que conquista o respeito e aprovação de todos através do seu comportamento. É também aquele que possui o poderoso poder de salvar todos através de sua profunda benevolência. 

Estas dez categorias e respectivas explicações variam um pouco de acordo com as diferentes escrituras budistas. A primeira vista pode parecer impossível que uma pessoa possa possuir mesmo uma delas.O Budismo de Sakyamuni pregava as várias formas de austeridades a fim de que uma pessoa pudesse atingir o Estado de Buda, porém o Budismo de Nichiren Daishonin ensina que a natureza de Buda é uma capacidade inerente de todos os seres humanos, e que qualquer pessoa, como resultado de sua sincera prática, pode manifestar o supremo estado de vida.
Nichiren Daishonin declara em o “O Verdadeiro Objeto de Adoração”: “O Estado de Buda é mais difícil de demonstrar, mas desde que os outros nove mundos na realidade existem como estados de vida humana, o senhor deve ter fé de que o Estado de Buda também existe dentro de sua vida.” O Buda afirma nessa passagem que o supremo estado de vida pode somente ser atingido se a pessoa tomar fé no Gohonzon, o supremo objeto de adoração, que incorpora a vida do Buda e a Lei Mística, Nam-Myoho-renge-kyo.
Quanto a essa passagem do Gosho “O Verdadeiro Objeto de Adoração” e sobre as dez virtudes ou dez honoráveis títulos, o Presidente Ikeda enfatiza na obra “Diálogo sobre a Vida”: “Expressar a totalidade do Estado de Buda é extremamente difícil; portanto, do fato de que os outros nove mundos na realidade existem dentro de nossas vidas, Nitiren Daishonin deseja que acreditemos na existência da natureza do Buda. Pensemos um pouco a respeito dos dez “Dez honoráveis títulos” do Buda como um guia na compreensão do Estado de Buda. O que é Estado de Buda? Este é o assunto principal e o propósito último da nossa discussão sobre a filosofia de vida..... Os dez honoráveis títulos do Buda podem ser assumidos como o grande poder, sabedoria, virtude, compaixão e competência peculiar à natureza do Buda. Antes de tudo, diz-se que um Buda é um “Kakusha” ou “O Iluminado,” cuja sabedoria é suficientemente grande para compreender e dominar os princípios fundamentais do universo e da vida deste. “ Nyorai,” um outro nome dado ao Buda, significa compreender que todas as atividades de momento a momento da energia vital do Buda estão em fusão com a energia vital cósmica. Isto significa iluminação para a eternidade da vida..... Uma pessoa que tenha desenvolvido a natureza de Buda, à primeira vista é um homem comum com bom senso. Ele é integral, tem um forte senso de responsabilidade, uma firme fé, uma atitude amigável em relação aos outros e a faculdade de um pensamento flexível. É também rica em compaixão, sabedoria e criatividade.
Em seu “Kanjin-noHonzon Sho” (O Verdadeiro Objeto de Adoração), Nitiren Daishonin afirma que Yao e Shun, famosos imperadores da China antiga, compreendiam seus povos igualmente e administraram os assuntos do estado de maneira excelente, e que isso foi devido à função parcial da natureza do Buda potencial inato dentro dos seres humanos. “Abraçar todos os tipos de pessoas sem o mínimo de preconceitos é um dos pré-requisitos de um Buda.”
Portanto, manifestar em nossas vidas o Estado de Buda requer um esforço constante, uma luta no caminho da benevolência para com as outras pessoas, transformando ao mesmo tempo as fraquezas e falhas de nossas vidas para evidenciar a sabedoria, compaixão e espontaneidade. Essa é a conclusão que podemos chegar, a iluminação é uma condição acessível a todos, que pode se manifestar em nosso própio dia a dia, desde que a pessoa conduza corretamente sua prática budista de Shin-Gyo-Gaku, ou seja, fé, prática e estudo.


A manifestação dessa elevada condição de vida de uma pessoa no dia a dia traz grandes benefícios ao seu mundo exterior, de acordo com o princípio de unicidade da pessoa e seu ambiente (Esho Funi), ou seja, a existência de uma relação recíproca entre a vida do ser humano e seu ambiente.
Esse princípio pode ser expresso na frase do Gosho “Sobre atingir o Estado de Buda”: “De acordo com o sutra, se a mente das pessoas é impura, sua terra também será impura. Pelo contrário, se suas mentes são puras, assim será a sua terra. Em uma palavra, não há duas terras pura e impura ao mesmo tempo. A diferença está na mente, boa ou má, das pessoas”.
Atualmente, o rápido progresso da civilização trouxe várias melhorias em nosso modo de vida. Ao mesmo tempo, essa sociedade afluente parece despojar os seres humanos de seus ideais, emoções e humanidade. Os desejos materiais conduzem as pessoas à confrontações, desumanização e alienação. Um dos exemplos claros desses sentimentos que imperam, são as guerras. A guerra no período moderno tornou-se extremamente cruel, um ato bárbaro de assassinato em massa. O que o mundo mais precisa é de uma religião com o poder de garantir a todas as pessoas a verdadeira dignidade e independência na vida. Cada vida humana contém o supremo tesouro do Estado de Buda. NichirenDaishonin declara através do Gosho que mesmo a vida de uma simples pessoa é mais valiosa do que todos os tesouros do universo. O reconhecimento da dignidade da vida é um resultado natural da compreensão da teoria dos Dez Mundos.
A reforma total da vida de uma pessoa contribuirá para a mudança na sociedade, tornando a paz mundial uma realidade. Através da reforma de nossas própias vidas podemos abrir as portas para que outros possam construir igualmente uma fortaleza indestrutível de paz em seus corações. Uma grande mudança em cada pessoa afeta muitas outras pessoas, assim como uma onda pode criar milhões de outras ondas. Essa grandiosa transformação a qual chamamos de “Revolução Humana ” é a própia manifestação do Estado de Buda em nossas vidas.
Assim, pelo fato da paz e felicidade serem desejos comuns de todos, devemos transmitir o Budismo de Nichiren Daishonin ao maior número de pessoas possível e juntos avançarmos em direção ao século XXI, o Século da Vida.
Com a consciência e a certeza de que o Estado de Buda é uma realidade em nossas vidas tenhamos sempre em mente a seguinte frase de “Sobre Atingir o Estado de Buda”: “Não existe diferença entre um Buda e um mortal comum. Enquanto desnorteada pela ilusão, a pessoa é chamada mortal comum, mas, uma vez iluminada, é chamada de Buda.
Por exemplo, um espelho brilhará como uma jóia se for polido. Sua mente, agora desnorteada pela escuridão inata da vida, é como um espelho embaçado, mas, se o polir, é certo de que tornar-se-á claro claro como cristal de iluminação das verdades imutáveis.
Manifeste-se fortemente na prática da fé, polindo seu espelho incessantemente, dia e noite. Como deve poli-lo? Não há outro modo a não ser devotar-se à recitação do Nam-myoho-renge-kyo.” Portanto, como afirma esse Gosho, mesmo uma pessoa que se devota à prática do Budismo, mas se não acredita na existência do Estado de Buda dentro de sua vida, não pode escapar do sofrimento da vida e da morte. A iluminação evidencia-se somente nas pessoas que recitam o Daimoku e que tomaram consciência de que são entidades da Lei Mística."
Fonte: T.C. nº 274 pág. 44 a 47 de 06/91 Seleção de texto:Doralice e Paulo Bruno. 13/06/97 Digitação: Paulo Bruno.



quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Frases de incentivo

As palavras têm força. Nichiren disse num dos seus Goshos que " A voz faz o trabalho do Buda". Ghandi dizia "Tenha sempre boas palavras porque as suas palavras se transformam em suas ações". É de Daisaku Ikeda a frase: "As palavras podem criar tanto felicidade como sofrimento. Procure sempre falar palavras que inspirem autoconfiança, alegria e esperança." Muitos de nós sabemos que uma palavra correta na hora certa faz a diferença. Por isso resolvi juntar neste post várias frases de incentivo que uso aqui no Blog, Twitter ou em emails que envio.
E lembre-se: pensamento, palavra e ação formam o que é a nossa vida nesse momento. E antes do pensamento vem a intenção... Para elevar seu estado de vida, ter boas intenções, pensar, falar e fazer causas boas é só recitar com convicção, duas vezes ao dia, o Nam-myoho-renge-kyo!



"O que somos hoje e o que seremos amanhã depende de nossos pensamentos. Se procedo mal, sofro as conseqüências se procedo bem, eu mesmo me purifico." (Shakyamuni)

“Se deseja compreender as causas que existiram no passado, observe os resultados que elas manifestam no presente. E se quiser saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas presentes.” (Shakyamuni)

"Numa viagem, um homem deve andar com um companheiro que tenha a mente igual ou superior a sua; é melhor viajar sozinho do que em companhia de um tolo." (Shakyamuni)

"Um homem será tolo se alimentar desejos pelos privilégios, promoção, lucros ou pela honra, pois tais desejos nunca trazem felicidade, pelo contrário, apenas trazem sofrimentos." (Shakyamuni)

"A sabedoria é o melhor guia e a fé, a melhor companheira. Deve-se pois, fugir das trevas da ignorância e do sofrimento, deve-se procurar a luz da Iluminação." (Shakyamuni)

"Um amigo insincero e mau é mais temível que um animal selvagem; a fera pode ferir-lhe o corpo, mas o mau amigo pode lhe ferir a mente." (Shakyamuni)





"O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações; mas está no viver sabiamente e seriamente o presente momento."(Shakyamuni)

"Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente." (Shakyamuni)

"A Lei propagada pelo Buda é comparável a uma grande nuvem que com uma nutritiva chuva, umedece as flores humanas de tal forma que elas possam florescer."(Shakyamuni)

"Cada um é senhor de si mesmo, deve depender de si próprio; deve, portanto, controlar-se a si próprio." (Shakyamuni)

"Um rochedo não é abalado pelo vento; a mente de um sábio não é perturbada pela honra ou pelo abuso." (Shakyamuni)

"O louco que reconhece sua loucura possui algo de prudente; porém, o louco que se presume sábio esse está realmente louco." (Shakyamuni)

"Viver apenas um dia ou ouvir um bom ensinamento é melhor do que viver um século sem conhecer tal ensinamento." (Shakyamuni)

"Aqueles que se respeitam e se amam a si mesmos devem estar sempre alerta, a fim de que não o sejam vencidos pelos maus desejos." (Shakyamuni)

"Tudo é mutável, tudo aparece e desaparece; só pode haver a bem-aventurada paz quando se puder escapar da agonia da vida e da morte." (Shakyamuni)

"Tudo é, portanto criado, controlado e regido pela mente. Assim como o carro segue o boi que o puxa, o sofrimento segue a mente que se cerca de maus pensamentos e de paixões mundanas."(Shakyamuni)

"Dominar-se a si próprio é uma vitória maior do que vencer a milhares em uma batalha." (Shakyamuni)


"Vale a pena cumprir bem e sem erros o dever diário; não procure evitá-lo ou adiá-lo para amanhã. Fazendo logo o que hoje deve ser feito, poder viver um bom dia." (Shakyamuni)

"O homem que busca a fama, a riqueza e casos amorosos é como uma criança que lambe mel na lâmina de uma faca. Ao lamber e provar a doçura do mel, a criança corre o risco de ter a língua ferida. É como o tolo que carrega uma tocha contra o vento forte; corre o risco de ter o rosto e as mãos queimados." (Shakyamuni)

"O ódio nunca desaparece, enquanto pensamentos de mágoas forem alimentados na mente. Ele desaparece, tão logo esses pensamentos de mágoa forem esquecidos." (Shakyamuni)

"Um bom amigo, que nos aponta os erros e as imperfeições e reprova o mal, deve ser respeitado como se nos tivesse revelado o segredo de um oculto tesouro." (Shakyamuni)

"Cada um é senhor de si mesmo, deve depender de si próprio; deve, portanto, controlar-se a si próprio." (Shakyamuni)

"Por mais que na batalha se vença a um ou mais inimigos, a vitória sobre a si mesmo é a maior de todas as vitórias." (Shakyamuni)

"Eu sou o resultado de meus próprios atos, herdeiros de atos; atos são a matriz que me trouxe, os atos são o meu parentesco; os atos recaem sobre mim; qualquer ato que eu realize, bom ou mal, eu dele herdarei." (Shakyamuni)

"Aquele que protege sua mente da cobiça, e da ira, desfruta da verdadeira e duradoura paz." (Shakyamuni)

"O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações; mas está no viver sabiamente e seriamente o presente momento." (Shakyamuni)

"Uma mente perturbada está sempre ativa, saltitando daqui para lá, sendo difícil de controlar; mas a mente disciplinada é tranqüila; portanto, é bom ter sempre a mente sob controle." (Shakyamuni)

"O leite fresco demora em coalhar; assim, os maus atos nem sempre trazem resultados imediatos. Esses atos são como brasas ocultas nas cinzas e que, latentes, continuam a arder até causar grandes labaredas." (Shakyamuni)


"Tenha sempre bons pensamentos, porque os seus pensamentos se transformam em suas palavras.
Tenha sempre boas palavras porque as suas palavras se transformam em suas ações.
Tenha boas ações porque as suas ações se transformam em hábitos.
Tenha bons hábitos porque seus hábitos se transformam em valores.
Tenha bons valores porque seus valores se transformam no seu próprio destino!!!"
(Gandhi)

"O homem se torna muitas vezes o que ele próprio acredita que é. Se eu insisto em repetir para mim mesmo que não sou capaz de realizar alguma coisa, é possível que realmente seja incapaz de fazê-la. Ao contrário, se tenho a convicção de que posso fazê-la, certamente adquirirei capacidade de realizá-la, mesmo que não a tenha no começo." (Gandhi)

"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável." (Gandhi)

"Olho por olho, e o mundo acabará cego." (Gandhi)

"Temos de nos tornar na mudança que queremos ver." (Gandhi)

"Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.." (Gandhi)





"Se você pensar que pode ou que não pode, de qualquer forma, você estará certo." (Henry Ford)

Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar a seu semelhante." Albert Scweitzer, Nobel da Paz de 1952)

"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra," ( Malachy McCourt, escritor)

"Somos aquilo que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito." (Aristóteles)

“A razão cria a fé, e a fé busca a razão. Ou seja, aprofundando a razão por meio do estudo do budismo, fortalece-se também a fé, e o fortalecimento da fé possibilita uma maior profundidade no estudo.” (Jossei Toda)




O corpo e a mente poderão desaparecer, mas a Natureza de Buda não pode ser destruída.

Não é um deus que julga as pessoas, mas é a própria pessoa que faz o julgamento de si mesmo.

A Natureza de Buda existe em todos os homens, não importando quão profundamente eles a ocultem com a cobiça, a ira, a tolice, ou a soterrem com seus atos ou retribuições. A Natureza de Buda não se perde nem é destruída; tão logo toda a corrupção seja removida, ela sai de sua latência e reaparece.

Desistir de aprender é egoísmo.

Seja como o leão. O leão nunca é derrotado. Jamais lamenta. O leão é rápido. O leão ruge. O leão corre. O leão sempre vence.

O diamante, a mais dura das substâncias conhecidas, não pode ser triturado. A areia e as pedras podem ser pulverizadas, mas o diamante não pode ser rompido. A Natureza de Buda é como o diamante, não sendo portanto rompida.




Assim, como o leite é sempre branco, independentemente da cor da vaca, não importa quão diferentemente os atos perpetrados pelos homens possam condicionar sua vida, nem que diferentes efeitos possam seguir suas ações ou pensamentos, a Natureza de Buda permanece intocável.

O ouro puro é obtido pela fusão do minério e pela remoção da ganga impura. Se os homens fundissem o minério de suas mentes e removessem todas as impurezas da paixão mundana e do egoísmo, poderiam descobrir em si mesmos a pura Natureza de Buda.

O que é costumeiro no tolo é esquecer nas horas cruciais o que prometera nas horas normais.

Se o senhor deseja livrar-se dos sofrimentos do nascimento e da morte que tem suportado desde o tempo sem início e atingir infalivelmente a suprema iluminação nesta existência, deve despertar para a verdade mística que sempre existiu inerentemente em todos os seres vivos. Essa verdade é Myoho-renge-kyo.




Estado de Buda: Condição de vida de suprema sabedoria para compreender a realidade de todos os fenômenos. Infinita compaixão, coragem e total pureza da vida que nada pode corromper.

Quando uma pessoa é dominada pela escuridão, é chamada de mortal comum, mas quando iluminada, é chamada de Buda

Quanto mais reclamamos e colocamos a culpa nos outros, mais tardamos a transformação de nosso carma

O futuro não começa amanhã. Começa hoje - neste exato momento

Ao ajudar outras pessoas a se tornarem felizes, nós também nos tornamos felizes.

Continuar a progredir e a mudar de uma forma positiva à medida que passamos do presente para o futuro é a própria revolução humana.

Cada um de nós é o astro, o herói e o protagonista de nossa própria história.

A melhor forma de viver é lançarmos nossas próprias decisões e seguirmos nossas próprias convicções.


"O valor de um homem deve ser visto pelo o que ele oferece e não pelo que ele é capaz de receber. Tente não se tornar um homem de sucesso, mas sim se tornar um homem de valor.(Albert Einstein)

"O sucesso é conseqüência"
(Albert Einstein)

"Uma pessoa que nunca cometeu um erro é uma pessoa que nunca tentou algo de novo" (Albert Einstein)

"Todo dia eu me lembro que a minha vida interior e exterior baseiam-se nos trabalhos de outros homens, vivos e mortos, e que deve exercer-me no sentido de dar na mesma medida em que recebi e ainda estou recebendo." (Albert Einstein)

"A imaginação é mais importante que o conhecimento." (Albert Einstein)

"Ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega." (Albert Einstein)

"Se você der uma bola verde ao Universo ele certamente vai lhe devolver uma bola verde." (Albert Einstein )

"A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original." (Albert Einstein )



"Ensinar as pessoas significa lubrificar as rodas para que as mesmas possam girar; ou fazer flutuar um navio para que o mesmo possa ser movimentado facilmente. " (Nichiren Daishonin)

"Assim como uma pequena planta deve enfrentar muitos obstáculos antes de se transformar numa árvore, nós precisamos experimentar muitas dificuldades no caminho da felicidade absoluta". (Nichiren Daishonin)

“A Lei não se propaga por si mesma. Por ser propagada pelas pessoas, tanto a Lei como as pessoas são dignas de respeito.” (Nichiren Daishonin)

"Sofra o que tiver que sofrer, desfrute o que tiver de ser desfrutado, considere tanto o sofrimento como a alegria como fatos da vida, e continue orando o Nam-myoho-renge-kyo, não obstante o que aconteça." (Nichiren Daishonin)

“Suponha que alguém arremesse uma linha do topo do Monte Sumeru de um outro mundo tentando passá-la pelo furo de uma agulha colocada no topo do Monte Sumeru deste mundo em um dia de forte ventania. É mais fácil passar a linha pela agulha nessas condições do que encontrar o Daimoku do Sutra de Lótus. Assim, ao recitar o Daimoku, esteja certo de que é uma alegria maior do que um cego tornar-se capaz de ver seus pais pela primeira vez, e mais raro do que um prisioneiro de um forte inimigo ser libertado e reunido com sua esposa e filhos.” (Nichiren Daishonin)

"Aqueles que crêem no Sutra de Lótus, são o como o inverno: o inverno nunca falha em se tornar primavera." (Nichiren Daishonin)

"Se o senhor deseja se livrar-se dos sofrimentos de nascimento e morte que vem suportando por eras eternas e deseja alcançar a suprema iluminação nesta existência, deve despertar para a verdade mística que sempre existiu dentro da sua vida." (Nichiren Daishonin).

"O Budismo é como o corpo e a sociedade a sombra. Quando o corpo se curva, assim o faz a sua sombra." (Nichiren Daishonin)

"É melhor viver um dia como leão, do que uma vida inteira como ovelha" (Nichiren Daishonin)

"O fato das orações não terem encontrado resposta é comparável a um forte arco com uma corda frágil ou uma boa espada nas mão de um covarde. Não é de modo algum uma falha do Sutra de Lótus." (Nichiren Daishonin)

"Ensinar as pessoas significa lubrificar as rodas para que as mesmas possam girar; ou fazer flutuar um navio para que o mesmo possa ser movimentado facilmente." (Nichiren Daishonin)

"Há sombras nas trevas, mas as pessoas não conseguem discerni-las. Há trilhas no céus por onde os pássaros voam, mas as pessoas não as reconhecem. Há caminhos no mar por onde os peixes nadam, mas as pessoas não os percebem." (Nichiren Daishonin)

"Assim como uma pequena planta deve enfrentar muitos obstáculos antes de se transformar numa árvore, nós precisamos experimentar muitas dificuldades no caminho da felicidade absoluta." (Nichiren Daishonin)

"O tesouro do corpo é mais valioso do que aquele guardado no cofre, e o tesouro acumulado no coração é mais valioso do que o tesouro do corpo. Portanto, dedique-se em acumular o tesouro do coração." (Nichiren Daishonin)

"A própria vida é o mais alto precioso de todos os tesouros do universo. Mesmo os tesouros do universo inteiro não podem igualar ao valor de uma única vida humana. A vida é como uma chama, e o alimento como o óleo que lhe permite queimar." (Nichiren Daishonin)

"Qual é o objetivo da vida? Nenhuma outra pergunta traz à tona respostas tão variadas. Nenhuma outra questão é tão difícil de responder claramente no nível fundamental. Em análise final, o propósito da vida está na felicidade. Então qual o propósito da fé? É atingir o Estado de Buda na vida presente, ou seja, concretizar uma condição de vida de indestrutível felicidade." (Daisaku Ikeda)

"Para tudo na vida existe uma causa que gera um efeito, inclusive as pessoas com quem convivemos." (Daisaku Ikeda)

"O esforço é a ponte que liga a realidade ao sonho. Quem se esforça faz emergir a esperança, e a esperança nasce do esforço." (Daisaku Ikeda)

“A morte vinda a uma pessoa ontem pode vir a nós hoje. Flores se tornam frutos e noivas tornam-se sogras. Recite Nam-myoho-renge-kyo e aprofunde a fé.” (Daisaku Ikeda)

"Em nossas vidas há momentos de alegria e de sofrimento. Se conseguirmos entender que sempre haverá bons e maus, poderemos gradualmente passar a não esperar somente bons momentos, e nem a detestar os maus." (Daisaku Ikeda)

"Ninguém fica velho apenas por viver um certo número de anos; as pessoas ficam velhas somente desertando seus ideais...Tu és tão jovem quanto a tua fé; tão velho quanto a tua dúvida; tão jovem quanto a tua auto confiança, tão velho quanto o teu temor; tão jovem quanto a tua esperança, tão velho quanto o teu desespero." (Daisaku Ikeda)

"As palavras podem criar tanto felicidade como sofrimento. Procure sempre falar palavras que inspirem autoconfiança, alegria e esperança." (Daisaku Ikeda)

"Sabendo que as palavras podem criar tanto felicidade como sofrimento, eu prometo aprender a falar sinceramente, com palavras que inspirem autoconfiança, alegria e esperança." (Daisaku Ikeda)

"Seja como for, a grandiosa Revolução Humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e, além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade." (Daisaku Ikeda)


A Voz, mais do que qualquer coisa, manifesta a energia vital da pessoa. É por isso que o coração, o corpo e a própria vida podem ser transformadas dependendo da voz e da escolha das palavras.

O que outras pessoas pensam de você ou como a maioria delas o trata, estes não seriam assuntos do seu interesse. O importante é como você avalia a si mesmo e quanto de orgulho sente de sua vida. Se você vive sinceramente de acordo com sua fé, pode exemplificá-la como o mais valioso modo de vida através da sua própria existência.

A felicidade não lhe é proporcionada por ninguém. Ela encontra-se somente no próprio esforço em revelar o tesouro das profundezas de sua vida, e se poli-lo cuidadosamente, desenvolverá a coragem e a esperança, ao longo do caminho.

Cada qual deve sentir-se livre para ser o que é. Preocupar-se demasiadamente com o que os outros pensam jamais fará uma pessoa feliz.

Dez pessoas audazes que bradam são mais poderosas do que cem mil que permanecem caladas.

A liberdade de espírito não pode ser alcançada com os braços cruzados pode ser alcançada somente lutando-se por ela.

Tudo depende do que você dá atenção! Para toda a vibração existe uma experiência equivalente. Tudo depende do nível de confiança ou insegurança que você está emitindo. É impossível que alguém que se sente doente encontre a cura. É improvável que aquele que se sente miserável, enriqueça. É injustificável que aquele que se sente só, encontre o amor. Torne-se aquilo que você mais deseja. Não existe nada que o force a ver a vida com cores cinzas.



Palavras amorosas e ternas afetam as moléculas de água, e somos mais de 75% água. Então, eu cuido do que falo, do que penso e como ajo.

Não se preocupe como conseguirá o seu objetivo! Este é um trabalho que cabe unicamente ao universo.

O que é costumeiro no tolo é esquecer nas horas cruciais o que prometera nas horas normais.























segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Os oito ventos

“Um homem verdadeiramente sábio não será arrebatado pelos oito ventos: prosperidade, declínio, desgraça, honra, elogio, censura, sofrimento e prazer. Ele não se inflama com a prosperidade nem se desespera com o declínio. Os deuses celestes seguramente protegerão aquele que não se curva aos oito ventos.”
EXPLANAÇÃO: Essa é uma passagem das mais famosas, de onde origina-se o título deste Gosho – “Os Oito Ventos” (Gosho Zenshu, págs. 1150-52), Nela Nichiren Daishonin adverte Shijo Kingo a não ser governado por suas reações emotivas e a permanecer firme na fé.
Ao observar a lista dos ‘Oito Ventos’, notamos que podem ser agrupados em duas categorias. Quatro deles – declínio, desgraça, censura e sofrimento – são universalmente considerados indesejáveis. Entretanto, os outros quatro – prosperidade, honra, elogio e prazer – não são considerados somente desejáveis mas também constituem os objetos primários do empenho de muitas pessoas. Daishonin diz, contudo que todos os oito ventos podem ser “ventos” que tiram as pessoas de seu curso, isto é, agem em detrimento de nossas vontades, caso permitamos controlar-nos.
De forma geral, as pessoas tendem a vacilar na fé sob duas condições: quando tudo está indo bem e quando as coisas estão indo mal.
Em épocas de prosperidade, inclinamo-nos a tornar complacentes e perder nossa motivação, permitindo que a nossa resolução esmoreça.
Em períodos de sofrimento, podemos desanimar e abandonar as esperanças. No entanto, se basearmos a nossa felicidade somente em fenômenos externos transitórios tais como elogio ou o sucesso, ficaremos vulneráveis às circunstâncias e não encontraremos nenhuma felicidade duradoura. Nitiren Daishonin ensina aqui que esse modo de viver não é próprio de um “sábio”. Ao invés disso, devemos nos esforçar para desenvolver uma fé sólida o bastante para tornarmo-nos independentes das circunstâncias imediatas favoráveis ou não.
Isto não significa que devemos permanecer desinteressados ou indiferentes às dores e alegrias da vida. Antes, dizendo que um homem sábio “não se inflama com a prosperidade nem se desespera com o declínio” . Daishonin nos incentiva a estabelecer um senso de felicidade e auto-identidade que não podem ser influenciados pelos ventos das circunstâncias. Isto é possível tendo como base a fé na Lei Mística, uma fé que nos desperta para a nossa natureza eterna de Buda. Uma pessoa cuja auto-consciência é seguramente enraizada na dimensão da vida eterna será infalivelmente protegida pelos “deuses celestes”- isto é, ela conseguirá manifestar o poder inato da vida para utilizar todas as circunstâncias externas, sejam boas ou más, de modo construtivo, como oportunidade para aprender e desenvolver-se.

Este é o significado da verdadeira liberdade para um ser humano.
O movimento da Soka Gakkai é justamente para despertar cada indivíduo para a revolução humana e, consequentemente, para o cultivo do lado positivo da vida.
No romance Nova Revolução Humana consta: “Os seres humanos são extremamente complexos, cuja mente altera-se constantemente. Em um momento podemos estar no auge da alegria e, em seguida, cair num abismo de sofrimento ou de incontrolável ira. As pessoas possuem também o sentimento de amar e até de se sacrificar para salvar os outros. Porém, são capazes de odiar, de ter inveja, de dominar os outros e tirar-lhes a vida sem piedade. Se os homens são os causadores de guerras e destruições, são também os construtores da paz. Portanto, o ser humano é a base de tudo, o alicerce do desenvolvimento social. Nosso movimento focaliza a luz em cada indivíduo a fim de despertar a bondade inata e a vida criativa inerente, fazendo com que se torne inabalável diante de qualquer circunstância e que jamais seja dominado pelas ambições mundanas. Nós chamamos este processo de revolução humana’.... O humanismo pregado no budismo não polariza as relações colocando o indivíduo em confronto com as demais pessoas, os seres humanos com as outras espécies de vida e com o seu meio ambiente. O budismo expõe que tudo está inter-relacionado e que somente dentro dessa harmonia é possível criar a felicidade do ser humano. Nesse sentido, poderíamos dizer que é um humanismo que abrange todo o Universo”.
Aprendemos no budismo que, por mais que tentemos culpar as pessoas por nossos sofrimentos e conflitos, tudo reside dentro de nossa vida. Se não houver a causa, não há o efeito.
Aprendemos também que as pessoas com as quais convivemos fazem parte da nossa “inter-relação cármica”.

O sol aquece todas as pessoas igualmente, mas algumas acham que aquece mais o seu vizinho. Antes de reclamar do Sol, que tal verificar se o ar-condicionado não está ligado? Ou seja, antes de analisar as atitudes dos outros, analisemos a nossa. As causas que os outros fazem, trarão efeitos a eles próprios. Cada um deve se preocupar com o efeito de suas próprias causas. Isso é revolução humana.
O primeiro passo é a elevação do nosso nível de vida para podermos extirpar a maldade em nosso coração, cultivando a tolerância e buscando um equilíbrio nas relações com as pessoas que nos rodeiam.
A frase da escritura “Os oito ventos” fala: “Um homem verdadeiramente sábio não será arrebatado por nenhum dos oito ventos; prosperidade, declínio, desgraça, honra, elogio, censura, sofrimento e prazer. Eles não se inflamam com a prosperidade nem se desesperam com o declínio”.
Saber mover gestões mesmo em meio às dificuldades é, na prática, o motor que impulsiona o desenvolvimento.
“No curso da fé e da prática, vocês não devem fazer nada que vá contra o bom senso. Sempre e onde quer que vocês agirem com uma atitude correta na fé, aumentarão naturalmente a sabedoria e obterão um discernimento claro. Com isso, conseguirão alcançar uma existência de mais sucesso e harmonia na sociedade, reunindo uma perspectiva mental ampla e o poder para guiar outras pessoas”.

Portanto devemos discernir corretamente a situação real que está vivendo e evidenciar a sabedoria para descobrir o caminho que conduzirá à solução das dificuldades. E a fonte inesgotável dessa sabedoria é a energia vital e a boa sorte proveniente da firme prática do Gongyo e do Daimoku."
Texto cedido por Doralice e Paulo
Fonte: B. S. n.º 1462,1458, 1465, N.R.H. vol. V.

Adriano Bruno – Han Lagoa Mar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Estado de Bodhisattva

"Dando continuidade ao estudo dos Dez Estados de Vida chegamos ao nono estado, o Estado de Bodhisattva (Bosatsu).
Uma pessoa na condição de vida de Bodhisattva manifesta uma vida plena de benevolência, pois sua característica é dedicar-se à felicidade das demais.
Literalmente Bodhi significa sabedoria do Buda, e sattva, seres sensíveis. De acordo com a escritura budista, Butsujikyo Ron, sattva também significa valor. Desta forma, “bodhisattva” significava originalmente aquele que corajosamente aspira pela iluminação. O Estado de Bodhisattva é caracterizado pelas açoes altruísticas. Na “Causalidade nos Dez Estados de Vida” lê-se: “Aqueles no Estado de Bodhisattva” vivem entre os mortais comuns dos seis caminhos e humilham-se respeitando os outros. Os bodhisattvas atraem as maldades para si e dão benefícios aos outros. “Este é um estado de benevolência de querer salvar aos outros de seus sofrimentos mesmo que isto lhes custe a vida, e, ao mesmo tempo, objetiva atingir a iluminação através da prática budista. Portanto, benevolência neste caso, difere do conceito comumente interpretado como compaixão.

Uma pessoa que age baseada na compaixão, pode ajudar outras pessoas que se encontram em dificuldades, por exemplo, através de um empréstimo de dinheiro, consolando-as com palavras, etc., porém essas coisas não são soluções definitivas para os problemas que estas enfrentam, são medidas ou ações com efeitos temporários. Para erradicar os sofrimentos de uma pessoa é necessário algo que tenha o poder de “mexer” com a vida desta, fazer manifestar a força inerente da vida, ou seja, o Nam-myoho-renge-kyo ou Estado de Buda. Exemplificando a verdadeira ação de Bodhisattva podemos citar o amor materno. Uma mãe, por causa de seu filho, deseja dedicar-se ao seu crescimento e felicidade, mesmo às custas da sua própia vida. Se seu filho está com febre ou de mau humor, ela sente grandes sofrimentos para encorajá-lo ou trazer-lhe boa saúde. Ela fica mais preocupada do quando ela própia esta doente.

O Estado de Bodhisattva é apoiado pelo poder de “jihi” que corresponde a “aliviar o sofrimento e dar felicidade” ou seja uma ação benevolente. O poder de “jihi” não é outro senão o da energia vital que emana da mais íntima profundeza da vida. Portanto, dentro dele estão incluídas: sabedoria, consciência, razão e uma variedade de desejos espirituais. O “eu”da vida está no Estado de Bodhisattva somente quando uma sabedoria natural e envolvente como, o amor, um forte desejo, o entusiasmo e a coragem de enfrentar quaisquer obstáculos estão fundidos com a energia de “jihi” e assim pode-se desempenhar a função unificada da benevolência altruística. É benefício não somente para os outros como também para si mesmo. O comportamento benevolente é o caminho para a auto-perfeição, que leva automaticamente a um desenvolvimento do caráter humano.

Há uma diferença fundamental entre o estado de “Nijo” (Erudição e Absorção) e o de Bodhisattva, por que uma pessoa na condição de Nijo põe maior ênfase na teoria do que na prática. Preferem usar especulação e a perspicácia sem a prática. Em contraste, as pessoas no Estado de Bodhisattva dão prioridade à prática. Sua especulação é muito profunda e a perspicácia, aguda, sendo que essas duas coisas estão inteiramente unidas à prática.

Fazer manifestar a condição de Bodhisattva não é algo fácil. A prática de Bodhisattva necessita de coragem para enfrentar todas as fontes do mal. As pessoas nesta condição de vida devem sempre ter a coragem que lhes possibilitem superar o mal que esconde em sua própria vida e na dos outros. Superando-o, elas se tornam atenciosas para com as outras e assim fazem tudo o que podem para a felicidade de todos. Tal esforço incansável subjuga o egoísmo inato da pessoa e faz seu verdadeiro eu brilhar. Esta luz de sabedoria emitida pelo eu assim polido iluminará até mesmo a natureza maldosa que opera na vida das outras pessoas. A sabedoria adquirida através de tal prática altruística é a verdadeira sabedoria característica do Estado de Bodhisattva. Ajudar os outros significa enfrentar a sua própria mente egoísta. Quanto mais altruístas se tornam nossas ações, mais fortes crescem as forças ativantes da razão, consciência, amor e desejos espirituais.

O 15º capítulo do sutra de Lótus (Yujutsu) refere-se aos Bodhisattvas da Terra, descritos neste sutra como pessoas que emergiram da terra. A “terra” que está usada no sentido figurativo na frase significa as profundezas últimas da vida, a Lei Mística que é a própia energia vital cósmica. A Lei Mística existe dentro da nossa vida. A esta, o Budismo chama de natureza de Buda. Podemos expressar as ações de Bodhisattva da Terra precisamente porque o Buda manifesta seu imenso poder essencial na forma tangível em todas as nossas atividades da vida diária.

Todos os Bodhisattvas fazem quatro grandes juramentos quando tentam pela primeira vez a prática de bodhisattva para atingirem a iluminação. Os quatro grandes juramentos são:
1) Transportar todas as pessoas no mar dos sofrimentos para a distante praia da iluminação;
2) erradicar todos os desejos mundanos;
3) dominar todos os ensinos budistas;
4) atingir a suprema iluminação.
Nos ensinos pré - Sutra de Lótus, muitas existências de práticas de Bodhisattva eram necessárias para se atingir a iluminação, mas o Sutra de Lótus revelou que uma pessoa poderia atingir o Estado de Buda nesta existência ao abraçar a Lei Mística.

Os Bodhisattvas da Terra, quando vistos em termos da sua atividade prática, são aqueles que dedicam toda a sua energia para a felicidade das outras pessoas. Em essência, todavia, em suas vidas está manifestada a natureza do Buda.

Um praticante do Verdadeiro Budismo de Nichiren Daishonin ao falar para outras pessoas sobre a grandiosidade da força do Gohonzon, mostrando-lhes o verdadeiro caminho para a felicidade, está agindo da mesma forma que esses Bodhisattvas da Terra. O que essas pessoas podem sentir é incomparavelmente mais profundo do que os sentimentos daqueles que estão em outro estado de vida. Conforme o Presidente Ikeda afirma em seu “Diálogos Sobre a Vida”: Este sentimento é o maior de todos os tipos de alegria. É realmente além da descrição, mas ousaria descreve-la como uma alegria livre e espontânea que emana de dentro da mais íntima profundeza da vida. Viver neste próprio mundo não é senão a alegria... Em tal condição, a velhice, a doença e a morte não são mais sofrimentos. Antes disso, tornam-se fontes de alegria.
Em sínte-se a prática do Chakubuku é a expressão máxima do sentimento de benevolência, ou seja, é a prática de Bodhisattva.

A época tão turbulenta e problemática em que vivemos, é qualificada de época da perda do humanismo justamente porque falta este espírito de benevolência, a prática da fé própriamente é a propagação e o Chakubuku. Na verdade como é estudado no Budismo, as circunstâncias e o ambiente são reflexos da condição de vida das próprias pessoas. Assim sendo, para se obter um resultado positivo quanto aos problemas que afligem a todos, é necessário elevar o estado de vida das pessoas através de um verdadeiro ensino. No Gosho “Resposta ao Lorde Nanjo” consta a seguinte frase: “Desde que a lei é suprema, a pessoa é digna de respeito, e desde que a pessoa é digna de respeito, a terra é sagrada.” O ato benevolente do Chakubuku é um ato de justiça que afirma claramente o correto e o errado.

Todos os dias, de manha e à noite, os praticantes do verdadeiro Budismo oram pelo Chakubuku, manifestando a condição de Bodhisattva, na parte final do 2º capítulo Juryo do Sutra de Lótus: “Mai-ji-sa-ze-nem. I-ga-lho-chu-jô. Tôcunhu-mu-jô-dô. Sôcu-jô- ju-bushin” (medito constantemente: como levar a humanidade no caminho da eternidade e ser Buda rapidamente). O Estado de Buda, é uma condição ideal que uma pessoa pode atingir, através de suas atividades altruístas ( de Bodhisattva). Em outras palavras, o Estado de Buda surge, em termos de vida diária, como ações de Bodhisattva. É por esta razão que se diz que o caminho ou o meio mais direto e rápido para se atingir o Estado de buda é através da prática do Chakubuku, a manifestação da condição de Bodhisattva."

Fonte: T.C. nº 273 pág. 45 a 47 de 5/91
Seleção de texto: Doralice e Paulo Bruno. 03/06/97

Digitação e arte- Paulo Bruno