quinta-feira, 28 de maio de 2009

Ouça aqui o Daimoku, Gongyo e mais.

ESSA PAGINA ESTÁ EM MANUTENÇÃO, ESTOU RE COLOCANDO OS AUDIOS QUE FORMAM DESATIVADOS DEVIDO A NOVA POLÍTICA DE COMPARTILHAMENTO DO DROPBOX.
EM BREVE TUDO ESTARÁ FUNCIONANDO COMO SEMPRE.

Agora você pode ouvir diretamente da web os sons em MP3 com Daimoku, Gongyo e mais ou pode baixa-los para o seu computador e ouvi-los offline.




Daimoku lento SGI - Ideal para iniciantes

Daimoku 6 minutos - recitação em grupo

10 minutos de Daimoku - o mesmo mp3, só que com 10 minutos

10 minutos Daimoku SGI - do site da SGI, um pouco mais rápido que os de cima

10 minutos de Daimoku - gravado pelo músico Marcelo Lima

Daimoku Last Detail - montado a partir do áudio do filme Last Detail


Daimoku 1h  - 1 hora de Daimoku

Gongyo  - do site da SGI

Gongyo - com o mesmo áudio do Daimoku 6 e 10

Gongyo e Daimoku - toda a prática completa

Tradução do Gongyo - narração Bruno Padilha, música e produção - CeXa

terça-feira, 19 de maio de 2009

A Abertura dos olhos

Essa foi a matéria da Reunião de Palestra do meu bloco da BSGI, no mês de Maio.

O propósito dos ensinamentos do budismo está em ressaltar que, seja quais forem as causas passadas, podemos construir um futuro brilhante por meio das causas que fazemos hoje, transformando definitivamente o nosso carma.
O Budismo de Nichiren Daishonin não se limita ao conceito superficial de causa e efeito, de castigo e recompensa, mas, sim, revela a natureza real da causalidade e a forma como podemos recuperar o estado de pureza da vida existente desde o infinito passado.
O segundo presidente da Soka Gakkai, Jossei Toda, afirmava o seguinte: “Nesta época em que vivemos, precisamos de um ensino que nos possibilite, como pessoas comuns que somos, romper os limites desse princípio de causalidade expostos nos ensinos pré-Sutra de Lótus e revelar nossa natureza de Buda inerente. Foi Nichiren Daishonin que, em resposta a essa necessidade, estabeleceu um ensino que nos permite romper as correntes do carma criado em existências passadas e moldar com nossas próprias mãos um destino brilhante e positivo no presente. Daishonin estabeleceu a Lei tal como estava descrita no Sutra de Lótus exposto por Sakyamuni, de uma maneira muito semelhante a um engenheiro que constrói um avião a partir de projetos, possibilitando às pessoas comuns, em seu cotidiano, romperem os limites de suas causas passadas e retornar ao passado inescrutável do tempo sem início. Em outras palavras, devotar nossa vida à Lei Mística e orar o Nam-myoho-renge-kyo representam o caminho para mudar nosso destino para melhor”. (Terceira Civilização, edição no 433, setembro de 2004, pág. 18.)


Portanto, é neste exato momento que temos a oportunidade de provocar mudanças que irão refletir efeitos positivos em nossa vida assim como em nosso ambiente.
Em outro trecho desse escrito, consta: “É pelos benefícios obtidos de proteger a Lei que essas pessoas podem, nesta existência, diminuir seus sofrimentos e os efeitos de causas passadas”. (END, vol. 4, pág. 202). Essa afirmação nos faz refletir sobre a importância da prática budista. Se a nossa fé brilhar vigorosamente, nunca falharemos em obter o caminho para um grandioso futuro. A chave para criarmos as mais elevadas causas surge a partir do momento em que tomamos fé no Gohonzon e nos dedicamos em prol do Kossen-rufu. Nesse instante, seremos capazes de abrir a porta para um futuro de ilimitada boa sorte. Portanto, independentemente das nossas circunstâncias no presente momento serem boas ou más, devemos nos levantar com a determinação de não sermos derrotados com a convicção de que tudo começa a partir de agora. Assim, poderemos comprovar a prova real do ilimitado potencial da Lei Mística. Eis o verdadeiro propósito da fé no Budismo de Nichiren Daishonin conhecido como o Budismo da Verdadeira Causa.
Em um trecho do Diálogo sobre a Sabedoria do Sutra de Lótus, o presidente da SGI, Daisaku Ikeda, afirma: “O ‘começo’ é exatamente agora. O passado já se foi. O futuro ainda não chegou. Tudo que existe é o momento presente. E o presente torna-se passado num instante. A vida continua de momento a momento. Sentimo-nos felizes num momento, mas no instante seguinte nos encontramos em aflição. É importante considerarmos a própria vida no presente momento como a ‘causa’ para criarmos os efeitos futuros”. (Brasil Seikyo, edição no 1.579, 11 de novembro de 2000, pág. A3.)
Assim, empenhando-nos firmemente na prática budista a partir da determinada recitação do Daimoku, trilhando o caminho da unicidade de mestre e discípulo, podemos realizar sem falha nossa revolução humana, aprimorando a própria personalidade e o senso de humanismo. Um modo de vida embasado nesta decisão e oração possibilita romper a escuridão fundamental de nossa vida, interrompendo o ciclo interminável de um mal que gera outro e, consequentemente, transformando o carma negativo.
Em um discurso, o presidente Ikeda afirma: “O carma negativo é abarcado pelo mundo do estado de Buda e purificado pelo seu poder. Usando uma analogia, o surgimento do estado de Buda é como o nascer do sol. Quando o sol desponta no leste, as estrelas que até então brilhavam intensamente no céu noturno, em questão de instantes, desaparecem, como se não tivessem existido”. (Terceira Civilização, edição no 433, setembro de 2004, pág. 18.)
Termo e Denominação: Sutra Contemplação da Mente-Solo: Sutra que explica que os estados de Buda, bodhisattva, pratyekabuddha, arhat e ouvinte originam-se da mente das pessoas comuns. Por isso, esse sutra compara a mente ao solo, que produz o grão. O sutra também explica sobre os quatro débitos de gratidão — aos pais, a todos os seres, ao soberano e aos três tesouros — e louva os benefícios da observação da mente."


"Resumo e cenário histórico
Este tratado é um dos cinco mais importantes de Nichiren Daishonin, no qual ele revela sua verdadeira identidade como Buda dos Últimos Dias da Lei possuidor das três virtudes de soberano, mestre e pais. Em fevereiro de 1272, logo no início do seu exílio na Ilha de Sado, vivendo sob severas circunstâncias, Daishonin concluiu este tratado em dois volumes e endereçou-o a Shijo Kingo, um dos seus principais discípulos em Kamakura.
Nichiren Daishonin experimentou uma série de adversidades na inóspita Ilha de Sado, a condição precária de sua cabana não o protegia do vento nem da neve, faltava-lhe alimentos, roupas e materiais para escrita. Além de seu sofrimento físico, ele ficou profundamente abalado ao saber que vários de seus seguidores de Kamakura haviam abandonado a fé. Sentindo que a morte constantemente o ameaçava, Daishonin redigiu este tratado com o propósito de encorajar seus discípulos como se fosse seu último desejo e testamento.
O título “Abertura dos olhos” significa capacitar as pessoas a enxergarem a verdade. Em outras palavras, libertá-las das ilusões e das visões distorcidas e despertá-las para que compreendam o correto ensino e seu correto mestre.

Nichiren Daishonin cita essa frase do Sutra Contemplação da Mente-Solo para elucidar a Lei de Causa e Efeito, que é o conceito central do budismo.
O importante desta citação é o aspecto de que o momento presente em que vivemos decide todo o futuro. Os efeitos do presente se devem às causas do passado e os efeitos futuros surgem a partir das causas que fazemos no presente. Portanto, embora as causas feitas no passado tenham definido o nosso presente, é no momento presente que se define o nosso futuro. Em outras palavras, o budismo ensina que não podemos deixar que as causas passadas definam o nosso futuro.
Fonte Brasil Seikyo (Caderno) - Edição nº 1749 publicado em 29/05/2004

domingo, 17 de maio de 2009

Livros

O tripé do Budismo é Prática, Fé e Estudos. No post de hoje, algumas dicas de livros sobre Budismo de Nichiren Daishonin.

Por uma sociedade de paz


Guia prático de Budismo



Síntese do Budismo



Fundamentos do Budismo




Preleção dos capítulos Hoben e Juryo




Esses livros podem ser adquiridos pela internet na Editora Brasil Seikyo ou mesmo no Bazar Kamakura

sábado, 9 de maio de 2009

A morte de cada dia

Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta. Isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o inicio de algo novo. Ë a fronteira entre o passado e o futuro. Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer pianos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu’ passado, inferior. E, qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim, prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados. Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos as ‘virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído? Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, para que nasça o ser que você tanto deseja ser!? Pense nisso e morra!
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda! O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Analise bem sua vida, observe o que não está dando certo e veja onde você está resistindo a mudanças; muitas vezes, com pouco tempo para se conhecer, acaba boicotando seu próprio sucesso, sua realização, suas possibilidades de amor ou de felicidade, sem ao menos saber que está sendo seu pior inimigo.
Colaboração: VMA, Hantyo do Bloco da BSGI Parc des Prince, Barra, RJ

terça-feira, 5 de maio de 2009

Resultado da Pesquisa Gongyo e Daimoku

Durante 2 meses fiz uma pesquisa aqui no blog, com a pergunta "Qual a periodicidade que você faz Gongyo e Daimoku?", e hoje anuncio o resultado.

No total foram 129 votos:
81% (104 pessoas) fazem Gongyo todos os dias, 2 vezes por dia
12% (16 pessoas) fazem Gongyo uma vez ou outra
3% (4 pessoas) fazem Gongyo quando sobra tempo
4% (5 pessoas) fazem Gongyo quando precisam

A prática diária é essencial para a nossa Revolução Humana, e pelo resultado vemos que estamos bem direcionados em rumo ao Kossen-rufu! Continuem assim!
"A Voz, mais do que qualquer coisa, manifesta a energia vital da pessoa. É por isso que o coração, o corpo e a própria vida podem ser transformadas dependendo da voz e da escolha das palavras."
Brasil Seikyo, nº 1565 - frase da semana