domingo, 28 de fevereiro de 2010

Seja feliz agora!

Recebi por email uma dessas apresentações em Powerpoint que continha um texto bem interessante que publico aqui e divido com vocês.

Nós nos convencemos, que a vida ficará melhor, quando nós formos casados, tivermos um filho e, depois, mais um.
Então nos frustramos, porque nossos filhos não têm idade suficiente e achamos que as coisas mudarão quando eles ficarem mais velhos.
Então nos frustramos, porque eles viraram adolescentes e querem discutir conosco a respeito de tudo. Mas achamos que tudo ficará melhor, quando eles forem uns 10 anos mais velhos.
Nós nos dizemos, que a vida melhorará, quando nós trabalharmos juntos com nossos parceiros, quando tivermos um carro bonito, quando tirarmos férias, quando descansarmos.
A verdade é que não há nenhum momento melhor para ser feliz do que agora.
Se não for agora, então quando?
A sua vida muda o tempo inteiro. É melhor ter paciência com tudo e se decidir a ser feliz.
Durante muito tempo nós pensávamos que a vida começaria a seguir. A vida de verdade. Pensávamos sempre, é preciso primeiro que uma outra coisa aconteça durante esse tempo: realizar alguma coisa, terminar um trabalho, esperar um momento, atingir um objetivo. E depois começaria a vida de verdade tão desejada. No final eu entendi que o depois já era a vida de verdade.
Desse ponto de vista eu entendi que não existe um caminho para ser feliz.
Ser feliz É o caminho.
Curta então o ser feliz.

Pare de esperar até terminar a escola, até voltar para a escola, perder 5 quilos, ganhar peso, começar a trabalhar, casar-se, até a sexta à noite ou sábado de manhã, esperar um carro novo, ter pago a hipoteca, até a primavera, o verão, o outono ou o inverno, até que a sua música toque no rádio, até morrer e nascer novamente... decida a ser feliz antes.
A felicidade é uma viagem e não um destino.
Não há melhor momento para ser feliz do que... AGORA!
Viva e curta o momento.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Uma mudança radical na crença religiosa

Recebi essa matéria por email para que fosse compartilhada com todos nas minhas listas de email, e agora posto aqui no blog.


Uma mudança radical na crença religiosa
É sabido que algumas crenças e religiões que fazem parte da vida dos homens desde tempos antigos pregam a crença em deuses e divindades dotados de poderes sobrenaturais. Assim, estabeleceu- se o que pode ser considerado como uma certa dependência desses seres superiores.
Mas, o surgimento do Budismo de Nichiren Daishonin veio a revolucionar substancialmente essa forma de pensar.
No escrito “Resposta à Dama Nitimyo”, Nichiren Daishonin declara: “Nunca procure este Gohonzon fora de si mesmo. O Gohonzon existe somente no corpo dos mortais comuns como nós, que abraçam o Sutra de Lótus e recitam o Nam-myoho-renge- kyo”.1 Por meio desta curta frase, Daishonin explica um princípio extremamente importante e muda radicalmente o direcionamento da fé. Ele enfatiza que o Gohonzon existe unicamente na vida das pessoas que recitam o Nam-myoho-renge- kyo e adverte que o Gohonzon jamais deve ser procurado fora da própria pessoa. No momento em que se inicia a procura do Gohonzon fora de si mesmo, ele deixará de existir na vida dessa pessoa.
Nichiren Daishonin afirma na frase acima que o Gohonzon surge na vida das pessoas por meio da ação de abraçar o Sutra de Lótus e de recitar o Nam-myoho-renge- kyo.

O Sutra de Lótus expõe que todas as pessoas são capazes de atingir a iluminação. Abraçar o Sutra de Lótus significa acreditar e não duvidar que todas as pessoas podem alcançar a iluminação. Portanto, abraçar o Sutra de Lótus é acreditar na realização infalível da iluminação durante a presente existência. E essa crença cristaliza-se na forma de ações em prol do Kossen-rufu que visam à felicidade de si mesmo e de todos os outros. A convicção em alcançar a iluminação na presente existência e o juramento de promover o Kossen-rufu são fatores que correspondem à correta fé e ao correto ato de abraçar o Sutra de Lótus.
Por meio da prática individual e altruística de “abraçar o Sutra de Lótus” e de “recitar o Nam-myoho-renge- kyo”, o estado de Buda emerge do nosso interior. A suprema vida do estado de Buda está inerente no interior de todas as pessoas — isso é o que Daishonin ensina com a afirmação de que o Gohonzon “existe somente no corpo de mortais comuns como nós”.

Significado do Gohonzon em termos modernos
O presidente da SGI, Daisaku Ikeda, discorre sobre o Gohonzon inerente em nossa vida com as seguintes palavras: “Examinemos então a questão do objeto de devoção inerente à vida em termos modernos. O Nam-myoho-renge- kyo, além de ser a Lei fundamental do Universo, é a essência da vida supremamente nobre do estado de Buda. É a base do estado de vida supremo que o Buda atingiu. Acredito que é isso que Daishonin quer dizer com ‘inscrevi minha vida’. A Lei última do Universo e a vida do ‘Aquele que Chegou à Verdade’, que é una com essa Lei, são a essência do espírito e das ações do Buda. Isso compreende uma profunda empatia e benevolência por todos os seres vivos, um desejo de compartilhar o sofrimento das pessoas e ações cheias de sabedoria refletida na ação concreta voltadas fundamentalmente para erradicar o sofrimento do próximo. Daishonin compreendeu que essa Lei suprema é o Nam-myoho-renge- kyo, que ele descreveu como sua ‘vida’. Daishonin revelou o Nam-myoho-renge- kyo como o objeto de devoção fundamental para as pessoas dos Últimos Dias da Lei. Esse enfoque deu origem a uma religião do mais elevado humanismo. Muitas religiões da época atual, consciente ou inconscientemente, vêem o objeto de adoração ou de devoção como algo externo, um ser supremo ou uma realidade transcendental fora do ser humano. Porém, no século XXI, precisamos estabelecer um ensino de elevado humanismo que pregue que a vida de todas as pessoas possui igualmente um estado supremamente nobre. Portanto, a visão do Budismo de Nichiren Daishonin do objeto de devoção como algo inerente à vida é extremamente importante”. 2

O presidente Ikeda expõe que o Nam-myoho-renge- kyo revelado no Gohonzon é o próprio espírito de Nichiren Daishonin e é o objeto de devoção inerente na vida dele. Se Daishonin tivesse estabelecido estátuas do Buda Sakyamuni ou do Buda Amida como objeto de devoção, os crentes de Daishonin iriam se devotar a objetos externos à sua vida. Daí surgiria uma crença sob a dependência de budas e santos externos. Seria uma crença que nada teria a ver com o modo de vida de evidenciar o estado de Buda de dentro de si mesmo, de mudar o próprio destino e de superar as dificuldades do mundo real.

Notas:
1. As Escrituras de Nichiren Daishonin, vol. I, pág. 325.
2. Terceira Civilização, edição no 430, junho de 2004, pág. 18.
Fonte: Brasil Seikyo 17 de fevereiro de 2007 - edição nº 1880

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Como fazer um bom Gongyo e Daimoku


"1) Primeiro de tudo, antes de começar a orar: RELAXE, LIMPE SEU CORAÇÃO.
Porém, especialmente: LIMPE SUA MENTE, SUA CABEÇA. É importante ser muito natural.
2) Segundo, quando recitar daimoku você realmente precisa usar os olhos.
3) Concentre-se no Gohonzon.
4) Então escute a sua voz.
5) Concentre-se na parte central do Gohonzon: "Myoho" = místico.
Você tem que usar seus olhos. Isto é extremamente importante.
Quando você usa seus olhos sua mente pára. Limpe sua mente concentrando-se com seus olhos. Deixe que seus pensamentos descansem, usando seus olhos.
Quando você está ocupado pensando o tempo todo, sua mente está absorvendo energia. Isto significa que sua mente está se fortalecendo, porém a essência de sua vida não está mudando porque a energia não está sendo dirigida para ela.
O que você deve fazer é olhar para o Gohonzon com poder e deixar que sua mente relaxe... O Gohonzon de sua vida já sabe de sua preocupação e desejos.
6) Mantenha tudo em seu coração. Somente invoque daimoku com seus olhos fixos no Gohonzon.
Então, o Nam-Myoho-Renge-Kyo se sintonizará com a essência de sua vida.
Nam-Myoho-Renge-Kyo derreterá e dissolverá o carma. Se transformará em fortaleza para que você possa ser suficientemente forte e tenha claridade metal para realizar seus desejos.
7) Dessa forma, você deverá desfrutar do ato de recitar daimoku porque você está sentindo, percebendo a essência de sua vida. Você estará se fundindo com o potencial mais levado de sua vida – representado pelo Gohonzon - sua natureza de Buda.
8) Quando você está pensando em estratégia você não estará elevando seu estado de vida.
Imaginação positiva é uma coisa mas estratégias não o são.
9) Quer dizer se você está tratando de imaginar COMO ou DE QUE FORMA, não vai realizar seus desejos, você estará utilizando de estratégias.
O correto é imaginar seus desejos JÁ REALIZADOS...
10) As orações devem vir do coração!
11) O Gohonzon (nossa própria vida) conhece nossos desejos e preocupações.
Mantenha seus desejos e preocupações em seu coração, concentre-se no Gohonzon e simplesmente recite daimoku.
12) Se você puder simplesmente fazer um daimoku e um bom Gongyo, o Nam-Myoho-Renge-Kyo se fortalecerá, se aprofundará, se expandirá, dissolverá o carma difícil e desenvolverá resultados positivos.
13) Portanto, o daimoku deverá vir da essência de nossa vida.
Quando você cerra seus olhos e evita olhar para o Gohonzon, o poder para fusionar o centro de sua vida com o Gohonzon se debilita e a mente "joga" com você.
Recitemos o daimoku claramente, confortavelmente, confiantemente.
Não leia enquanto recita daimoku! Não faça nada enquanto recita daimoku! Apenas recite daimoku!
Quando você ler, LEIA. Quando recitar daimoku, RECITE DAIMOKU.
Depois de um bom daimoku, você pode ler, ou sua agenda pessoal pode requerer que você saia rapidamente para trabalhar, ou fazer as coisas que necessita.
14) Você pode ter uma vida muito ocupada, mas tenha um daimoku ocupado!
Não esteja ocupado enquanto recitar daimoku – CONCENTRE-SE!
15) Por meio de um daimoku concentrado, pode-se derreter qualquer tipo de carma negativo.
Recite daimoku; é o momento de cultivar nossa vida, não de pensar acerca de estratégias para solucionar nossos problemas. Recitar daimoku é o momento de enriquecer nossa natureza de Buda e quando enriquecermos nossa natureza de Buda também enriqueceremos nossa sabedoria para saber resolver nossos problemas.
Em minha mente: Imaginação positiva. Em meu coração: Oração profunda. Em minha boca: Daimoku claro."

(Orientação de Ted Morino – SGI – USA – Vice Diretor). Contribuição Fátima Cyrilo