...

"Ensinar as pessoas significa lubrificar as rodas para que as mesmas possam girar;

ou fazer flutuar um navio para que o mesmo possa ser movimentado facilmente. " (Nichiren Daishonin)


domingo, 28 de julho de 2013

Uma resposta

Segue o relato de uma pessoa (seu nome foi adulterado para "Consciência") e a resposta dada pelo amigo Wanderson.
Alguns dados foram modificados, sem, porém, perder a essência. Qualquer verossimilhança e mera coincidência.
Assunto: A little help
Wanderson, olá.
Vi seu relato hoje no blog do Cesinha, Blog Buda na Web, que também encontrei hoje pela primeira vez.
Está sendo difícil me expor aqui. Se parecer meio confuso, leve em consideração.
Acontece que num movimento de desespero, resolvi pedir ajuda.
Me identifiquei muito com seu relato e por isto resolvi te escrever.
Também sou médium desde pequeno, passei por várias caminhos religiosos que também questionei e me incomodei. E hoje estou infeliz e me sinto meio perdido.
Minha primeira escola espiritual foi a Nitiren, eu era adolescente, ainda vivia com meus pais e em uma semana tive a possibilidade de ganhar o Gohonzon.
Fiquei super feliz, fui com meus pais buscá-lo e no retorno pra casa, como ainda vivia com meus pais e dividia o quarto, a chegada do Gohonzon virou um conflito sério... o devolvi na semana seguinte...
O tempo passou, me tornei Kardecista por tantos anos, depois Budista Vajrayana por mais outros anos, mas, minha vida está uma sucata!


Estou com depressão forte, já fiz um tratamento ayurvédico, terapias e nada. Meu terapeuta não acha que deva tomar remédios. Na verdade, eu detesto remédios. Mas no mês passado, acordei um dia com muita vontade de morrer e foi muito difícil.
Ela vai e volta, se camufla, melhora e volta. E assim como você, eu creio que o poder de sair disto, está em mim. Mas não sei bem como fazer.
Sei, hoje, com bem mais consciência, que onde estou é uma efeito de meus atos/pensamentos. Porém apesar disto, ainda não consegui dar  o "pulo do gato" e girar a situação. Continuo sem trabalho e com depressão.
Então, acordei hoje determinado a voltar a recitar o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, quase como um pedido de perdão também por ter quebrado "um voto".
Mas também porque ontem ouvindo o mantra e a Tina falando sobre a vibração do mesmo com o Universo e tal... fui lendo e voltei sentir a afinidade primeira que senti. O fato de nos igualarmos, ou seja, não estou rezando para o Buda e sua vida, mas para gerar boas vibrações no Universo, e isto inclui a mim e a todos. É uma pratica que posso fazer em casa sem depender de ninguém e que creio que poderá me alavancar para um estado de ânimo melhor.
Por conta da depressão e de falta de trabalho, me mudei para um lugar distante, então hoje tenho menos acesso a locais que costumava ter acesso fácil.
Bom, primeiro te agradeço o seu corajoso e sincero relato, antecipadamente agradeço sua atenção e gentileza e te pergunto algumas dúvidas.
Você acha que o fato de eu ter devolvido o Gohonzon pode constituir um mal karma? Que ainda reverbera na minha vida?
E que mesmo sem frequentar o budismo de Nitiren eu posso praticar em casa sozinho? Mesmo sem Gohonzon? E sem a liturgia e os livros?
Você tem alguma dica para me ajudar a ser corajoso e disciplinado o suficiente para não vacilar?
Que todos os seres possam ter a felicidade e suas causas.
abraços de gratidão,
Nam Myo Ho Ren Gue Kyo!


Olá Consciência, (o nome da pessoa foi omitido e trocado por consciência)
Que maravilhosa coragem em entrar contato comigo.
Ouvi muito atento seu pedido de socorro e com muita atenção para o que senti e vou te falar.
Você foi muito claro em seu relato, não me deixou em nenhum momento confuso. Também acredito que o seu "a little help" seja na verdade "a big help".
 Resolvi copiar e colar seu relato por tópico para melhor poder responder, haja vista que quero e estou à disposição para continuar esta conversar via skype ou facebook.

Vamos lá:
-----------------------------------------------------------------------------------------
Consciência: Estou com depressão forte, já fiz um tratamento ayurvédico, terapias e nada. Meu terapeuta não acha que deva tomar remédios. Na verdade, eu detesto remédios. Mas no mês passado, acordei um dia com muita vontade de morrer e foi muito difícil.
Ela vai e volta, se camufla, melhora e volta. E assim como você, eu creio que o poder de sair disto, está em mim. Mas não sei bem como fazer...
Sei, hoje com bem mais consciência, que onde estou é uma causa de meus atos/pensamentos. Porém apesar disto, ainda não consegui dar  o "pulo do gato" e girar a situação. Continuo sem trabalho e com depressão.
Por conta da depressão e de falta de trabalho, me mudei para um lugar distante, então hoje tenho menos acesso a locais que costumava ter acesso fácil.

Wanderson: Sou psicólogo e com alguma descrição do que você expôs da sua vida e baseado nisso posso te orientar em alguns aspectos.

- Primeiramente sobre a depressão: Depressão é uma doença muito séria, deve ser tratada com muita responsabilidade e você não deve sentir nenhuma culpa ou vergonha por ter depressão. Não é o fim do mundo e você não será a primeiro e nem a último a ter uma síndrome que hoje afetam milhões da nossa população.

- Você teve algum diagnóstico de depressão? Ou seja, alguém (profissional como médico ou psicólogo) falou abertamente que o que você tem é depressão, te falou isso com todas as letras? Um diagnóstico certo e sem margem de erro por um profissional certo e extremamente qualificado é muito importante para começar um tratamento. Trato alguns pacientes de depressão e sei como isso é muito sério, não podemos perder tempo.

- Seu terapeuta é psicólogo? Sei da eficácia dos tratamentos dito terapias alternativas, mas no caso da depressão sei como é indispensável a ajuda do melhor médico psiquiatra e de um qualificado psicólogo.
 
- Sugiro que possamos conversar mais em "real time" pelo messenger do facebook, pois assim posso tirar mais suas dúvidas e orientar naquilo que for possível.

- Quanto à medicação: Eu sei que se gripamos ou temos uma diarreia ou tosse, basta aguardarmos um tempo e tudo passa, melhora e a saúde é restabelecida. Mas digamos, se uma dessas doenças for acompanhada de muita febre, digamos, 40º, é óbvio que o tratamento exigirá um medicamento para baixar a febre. O mesmo digo para dores insuportáveis. Com a depressão é a mesma coisa. Se você desenvolve um certo número de sintomas que do ponto de vista médico é necessário o medicamento, não pense duas vezes em usar esse tratamento. Hoje existe ótimos medicamentos que tratam da depressão e eles devem ser usados em torno de um ano ou dois anos. Isso é necessário, não tem como vencer uma depressão sozinho, a medicina é resultado da inteligência do homem e devemos fazer uso da inteligência e não rejeita-la. No meu relato o que eu não pude aceitar foi o fato de eu estar usando lítio, eu fiz um curso de psicofarmacologia e sei que alguns medicamentos são o fim da picada. São medicamentos ultrapassados e ou que evidenciam que você chegou ao fim do poço ou seu médico não é bem preparado, você tem que ser ativo no tratamento, não ser totalmente passivo e aceitar tudo.

- Eu usei bons medicamentos e os uso às vezes, hoje em dia, visto que depressão não tem cura, tem remissão, e a qualquer momento pode voltar, temos que estar constantemente em vigília.

- Não sei o porque que seu terapeuta não te orienta a procurar um médico psiquiatra para consulta, no meu caso, eu trabalho em equipe multiprofissional e recorro a outros colegas profissionais para tratar o paciente como um todo. Mas não quero questionar os meios do seu terapeuta, não sei de absolutamente nada que está acontecendo na sua vida e muito menos no que acontece na terapia. Mas uma coisa é certa, para tratar depressão deve haver empenho dos dois lados (paciente e profissionais), os profissionais têm que ser altamente qualificados e o paciente altamente envolvido e responsável para seguir um tratamento com determinação que pode durar até dois anos. Não fique mais em dúvida de tratar ou não sua depressão ou saber de fato se é depressão que você tem. Não há outro caminho para você recuperar a sua alegria pela vida. Depressão é uma doença e não foi você que pediu para tê-la, logo para que lutar contra? Busque a cura.

- Entendo que sendo depressão uma doença séria, não basta só boa vontade ou força de pensamento para curar. Busque ajuda de bons profissionais como médico psiquiatra e psicólogo para tratar, a única coisa que depende de você para tratar é sua intenção e decisão, quero que nosso diálogo marque o ponto de decisão que você precisava para começar hoje a tratar sua depressão com quem realmente possa dar uma cura e fazer você voltar a ter uma vida normal.
-----------------------------------------------------------------------------------------


Consciência: Também sou médium desde pequeno mas não desenvolvi no sentido tradicional... O tempo passou, me tornei Kardecista.

Wanderson: Fui Kardecista por mais tempo e sei o que é ser influenciado pelos espíritos negativos, como sei como é ter mediunidade, eu tenho várias e ouça bem, não descarto nada, mas nada mesmo, do que aprendi no espiritismo. Foi tudo muito certo e maravilhoso e me ajudou e me ajuda muito hoje em dia. Foi uma escola para mim, me desenvolveu equilíbrio e auxiliou a eu estar mais em harmonia com minha mediunidade. O que coloquei no relato meu foi o fato de hoje eu ter uma outra filosofia de vida e minha crítica foi às pessoas que vivem pedindo um milagre com se ele viesse de fora, a doutrina espírita, todas as religiões cristãs, budistas, entre outras, são extremamente úteis, mas não podemos viver de religião, temos que viver internamente a nossa mais alta e pura espiritualidade e isso acontece no nosso mundo íntimo e interior, em qualquer lugar. Entender como os espíritos negativos afetam o nosso estado de saúde é muito importante e quando se tem depressão eu sei o quanto eles agem. Mas entenda, parafraseando Chico Xavier: "Não adianta retirar a sucata do ímã se o ímã continua atraindo a sucata", ou seja, aí entra o budismo, quanto fala que nós devemos elevar nosso estado de vida para poder evitar as influências dos maus espíritos. Não adianta só um trabalho externo com a pessoa, deve haver um trabalho interno que só a pessoa pode fazer, se não, não vale nada existir as melhores religiões, filosofias, ciências ou profissionais, pois elas não vão funcionar em nada, não serão melhores, pois quem faz alguma coisa ser melhor é a pessoa que faz juz através de sua dedicação e transformação de vida, de reforma íntima e comprometimento para consigo e para com os demais.
-----------------------------------------------------------------------------------------
Consciência: Acontece que num movimento de desespero, resolvi pedir ajuda... passei por várias caminhos religiosos que também questionei e me incomodei. E hoje estou infeliz e me sinto meio perdido. Minha primeira escola espiritual foi a Nitiren, eu era adolescente, ainda vivia com meus pais e em uma semana tive a possibilidade de ganhar o Gohonzon. Fiquei super feliz, fui com meus pais buscá-lo e no retorno pra casa, como ainda vivia com meus pais e dividia o quarto, a chegada do Gohonzon virou um conflito sério... o devolvi na semana seguinte... depois Budista Vajrayana por outros anos, mas minha vida está uma sucata!
Então, acordei hoje determinado a voltar a recitar o Nam-myoho-rengue-kyo, quase como um pedido de perdão também por ter quebrado "um voto".
Mas também porque ontem ouvindo o mantra e a Tina falando sobre a vibração do mesmo com o Universo e tal... fui lendo e voltei sentir a afinidade primeira que senti. O fato de nos igualarmos, ou seja, não estou rezando para o Buda e sua vida, mas para gerar boas vibrações no Universo, e isto inclui a mim e a todos. É uma pratica que posso fazer em casa sem depender de ninguém e que creio que poderá me alavancar para um estado de ânimo melhor.
Você acha que o fato de eu ter devolvido o Gohonzon pode constituir um mal karma? Que ainda reverbera na minha vida?
E que mesmo sem frequentar o budismo de Nitiren eu posso praticar em casa sozinho? Mesmo sem Gohonzon? E sem a liturgia e os livros?

Wanderson: Veja que fato de comprovação da força do Nam-myoho-rengue-kyo!: Quando você acorda determinado a recitar já houve uma boa sorte, pois fez você justamente buscar e na busca encontrar o blog do Cesinha, Blog Buda na Web e no blog a possibilidade de nós entrarmos num profundo e sincero diálogo onde eu quero muito, com a mais pura intenção dos budas poder te ajudar. De fato, a única forma de nós elevarmos nosso  padrão de consciência, os dez estados de vida é estar em sintonia ou extremamente conectados com a Lei do Universo, mas, como podemos vibrar ou estar gozando do estado de vida de buda? Recitando o Nam-myoho-rengue-kyo. Recitar o mantra faz com que se acumule boa sorte na sua vida e a partir daí aquele círculo vicioso de má sorte, depressão, pessimismo, pensamentos ruins e até o próprio karma negativo seja quebrado, momentaneamente. Veja: é como uma bola de neve, se nada for feito ela continuará a descer desfiladeiro abaixo e ficar cada vez maior, mas se houver alguma coisa que de um "stop" nela, é neste momento que alguma coisa pode ser feita antes que ela volte a rolar. Neste caso um bom balde de água quente poria um fim nesta bola de neve. Agora imagine outra situação: Um mergulhador precisa resgatar algo do fundo das águas. Ele está com um dificultoso trabalho em sua vida. Ele mergulha e mexe com a coisa e move muito pouco, leva cordas para amarrar e ser içado. Mas acontece que se ele ficar muito tempo lá embaixo ele morre sem ar. Então ele precisa, em tempos, emergir à superfície, para renovar o ar (seja do cilindro ou dos pulmões) e voltar para continuar seu trabalho. Neste caso, o pequeno momento que ele teve para receber novo oxigênio foi suficiente para o maior momento de seu trabalho, ele volta renovado para transformar a situação, com sangue oxigenado, cheio de energia e vida.
Nossas vidas são como a vida desses mergulhadores ou do operante da bola de neve. Precisamos em algum momento um pequeno tempo, um pequeno stop para que as coisas possam se reverter e possamos renovar nossas energias. Sem isso, nosso karma negativo se tornará eterno ciclo sem fim, nossas dores não cessam, e recitando o Nam-myoho-rengue-kyo, é o "pulo do gato" que você está buscando.
Aprenda uma coisa, se me permite explicar: No budismo não existe culpa e pecado, risque estas palavras do seu vocabulário. Existe apenas karma, ou seja, existe apenas consequência dos nossos atos, causa e efeito. Então não existe perdão, já que não existe culpa ou pecado. Existe apenas o voto sincero do botsatva, o coração com a mais pura intenção. No budismo o passado não conta, o passado deixou de ser, vivemos só no agora, no presente, neste momento. Não importa em nada o que você fez ontem, nada mesmo, se você não fizer bem feito hoje. Não vale em nada acumular boa sorte até um minuto atrás se você não fizer nada para merecer e continuar acumulando, entendeu “Consciência”? O que vale é sua decisão, o que vale é o que você vai crer para sua vida agora, AGORA “Consciência”, está determinado a fazer diferente agora, a revolucionar sua vida AGORA? O futuro não existe, o passado é passado, são só lembranças e olha lá. O verdadeiro caminho de felicidade é estar vivendo plenamente o agora, o hoje o nosso presente, nosso PRESENTE. Gosta de ganhar presentes, pois a Lei nos presenteia a todo momento com o agora, nosso presente, nem com passado, nem com futuro. Tire proveito das duras provas que você teve até agora na sua experiência de vida, não veja as coisas ruins como algo muito triste e negativo, veja tudo como oportunidade para você se tornar mais forte, mais experiente e possa realmente comprovar a verdadeira vida de buda. 


Veja: se uma pessoa sempre "morna" comprovar que o Nam-myoho-rengue-kyo realmente faz efeito em nada acrescenta para os duvidosos, mas se aquele que passou por dias negros da alma, a todo tipo de crise e dores, e tirou desta experiência não obstáculos ou sofrimento, mas a sabedoria de ver nelas uma OPORTUNIDADE para comprovar a eficácia do Nam-myoho-rengue-kyo, nossa! esta pessoa sim é a melhor pessoa para dar um testemunho vivo, autêntico e inquestionável para até os mais descrentes da existência de que não estamos só, que a Lei Mística existe!
Se você tem ou não um karma negativo por ter devolvido o Gohonzon ou faz diferença ou não orar num lugar distante e sozinho? Deixa-me ver se consigo ser claro. “Consciência”, não vale nada, é inútil a pessoa se sentar diante do maior dos maiores Gohonzon dentro da maior sede, acompanhado por uma multidão e orar por mais de 24 horas o Nam-myoho-rengue-kyo, se seu coração for falso. Os budas terão ira sobre ele.
Se você tem dentro de seu mais íntimo ser, o respeito pelo Gohonzon, se seu coração fala que você não é falso com este sentimento para com os Budas, você é tão verdadeiro como a luz do sol e que ore um instante com extrema devoção o Nam-myoho-rengue-kyo, saiba que você foi ouvido com muito amor até nos últimos confins do universo, sua voz chegou até lá e os Budas regozijam de alegria pelo seu despertar e iluminação. Não duvide disto!
Agora “Consciência”, simbolicamente, vamos imaginar que vou te passar para uma nova página. Não vou escrever nada nela. Agora é com você, ela está em branco, e você irá escrever o que vai ser, como será sua vida para os próximos minutos. Está nas suas mãos. Vamos lá?





















Então, sentiu o espaço em branco, ele pode ser colorido com as mais belas experiências de uma pessoa forte, lutadora, desbravadora que é você “Consciência”, ou pode aguardar até que um dia você desperte para a sua verdadeira essência, aquilo que realmente e verdadeiramente você é: um Buda.

Espero, dos mais profundo dos sentimentos de meu coração poder estar com você e ter podido ajudar. Meus mais sinceros desejos de boa sorte na sua caminhada “Consciência” e conte comigo. Não me agradeça com obrigado. Revolucione sua vida e já estarei sendo retribuído.

4 comentários:

Sandro Berto disse...

Muito bom, viva a lei mistica, Nam Myoho Rengue Kyo.

Anônimo disse...

Cesinha, eu gostaria de saber se preciso saber ou fazer alguma coisa antes de querer receber o Gohonzon, tenho 12 anos e meu pai não quer que eu me torne budista , conheci o budismo através de minha tia ,quando ela vai Às reuniões eu durmo na casa dela e vou também. Quero receber o Gohonzon mas, acho meio estranho eu recebe-lo ainda com essa idade e ,ainda mais -meu pai não deixaria- . E não sei o que minha tia diria se eu dissesse à ela que eu quero receber o Gohonzon.Faz pouco tempo,desde o começo do ano, que eu resolvi ser budista .Por favor, me dê uma resposta.Agradeço à sua atenção.Obrigado...

Cesinha Chaves disse...

Creio que a melhor orientação você pode receber é da sua tia, que é budista, lhe conhece e é a pessoa que o levou para o budismo. Converse com ela e veja o que ela sugere em termos de ação concreta para que vc possa alcançar o seu Gohonzon.

Silvia Martins disse...

Cesinha, parabéns pelo belíssimo texto. Foi o "incentivo" que eu precisava para retomar minha prática...continue firme com seu blog, suas palavras e considerações podem ajudar a muitas pessoas. Parabéns!