quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Natal e Budismo

O Budismo Nichiren é prática do humanismo, do equilíbrio e da potencialização da força ilimitada inerente em cada ser humano, por meio da mudança interior, assim como do respeito mútuo, da valorização humano, e da dignidade da vida, através das sinceras relações de confiança e amizade de vida a vida, de coração para outro coração.


Praticar o verdadeiro e correto Budismo Nichiren, não consiste em se isentar da realidade e nem se abster de algo, a Pratica correta do Budismo Nichiren é aplicada no dia a dia e na vida individual de cada ser humano em meio a própria realidade no aqui e no agora. Portando o Budismo respeita seja qual for a tradição ou cultura familiar, da região, do pais ou da época.

Com relação as Comemorações Natalinas, elas são culturalmente e de origem Pagã seguido depois pelos Cristãs; para o Cristão existe toda uma tradição, costumes e um significado muito importante para a comemoração nessa data.
Portanto como praticantes do Budismo Nichiren não podemos nos isolar dessa realidade cultural, muito menos das pessoas, recusando convites de confraternizações por mera questão infundada religiosa, evitando a oportunidade de estarem juntos dialogando e trocando experiências de vida que é um dos fundamentos principais do Budismo Nichiren. 


Para o Praticante do Budismo Nichiren, o espirito de União, Solidariedade, Compaixão, Paz, Fraternidade, Nascimento, Renascimento, entre outros, é o espírito que nós praticantes temos todos os dias nos 365 dias do ano durante as 24h de cada dia, ou seja, pela vida inteira, sempre nos policiando constantemente através dos pensamentos, palavras e ações.

Reunir a família, amigos, festejar, preparar almoços, jantares, ceias, café da manhã, brindar, presenteá-los, é um ato "diário" do praticante Budista que por sua vez realiza de coração e em gratidão, sem a espera de reciprocidade, ou de troca;
o correto praticante budista realiza essa prática diariamente de coração para outro coração, sem esperar uma data exata ou propicia; O próprio praticante cria a data e momento oportuno no aqui e agora a partir do momento em que abre o coração para abraçar o outro como a sua própria vida, contemplando a amizade, respeitando-a valorizando o presente momento como uma grande oportunidade de VIVER A VIDA.

O Praticante Budista tem como principal atitude, o exemplo e o diálogo, por meio do encontro individual de vida a vida, seja em um rápido café, até um passeio ao longo no dia, ou uma viagem, etc, tudo é oportunidade para entender laços de amizade e confiança por toda vida, promovendo através de sinceros, calorosos e respeitosos diálogos um meio mais humano e digno de se relacionar.



Todo momento é oportunidade para o Budista de promover a paz, o desenvolvimento, e o crescimento humano, afinal vivemos nesse mesmo barco chamado planeta terra, onde o praticante Budista busca sempre tornar para o outro, o melhor amigo, marido, esposa, irmão, país, ou filhos, ou quem quer que seja, mas sempre melhor que a si mesmo todos os dias para o outro, e para o Mundo.

Um ótimo encontro de vida a vida, e estendam laços de confiança e amizade todos os dias e por toda vida.
UM FELIZ ANO TODO de 2016!

Fonte de estudo utilizada para o desenvolvimento da matéria acima.
BS. Edição 1630 - Publicado em 01/Dezembro/2001 - Página C6
TC. Edição 466 - Publicado em 01/Junho/2007
Colaboração Luiza Coelho

5 comentários:

Anônimo disse...

Olá, "a voz faz o trabalho do Buda" deve ser analisado literalmente ou figurativamente? Pois, se alguem é "mudo", nao consegue recitar o daimoku(isso já é um efeito de uma causa ruim passada ou/e uma maldade,do conceito de obstaculos e maldades...), assim como se fpr levado figurativamente, a voz não e necessariamente produzida pelas cprdas vocais, mas todo o meio de se comunicar, toda forma de se expressar. Talvez sejam os dois, o que vc acha?

Cesinha Chaves disse...

A voz faz o trabalho do Buda pode ser tanto a recitação como a própria propagação do Budismo.

Mauricio Hernandes disse...

Eu entendo que devemos interpretar "a voz faz o trabalho do Buda" de uma forma mais ampla. Podemos entender como a voz do Buda, não apenas a fala, mas também nossas ações. O cinema já nos mostrou através do cinema mudo, que mesmo que não aja fala, ainda sim podemos passar uma mensagem através de nossas ações.
Quanto a uma pessoa que nesta vida que é muda, entendo que há uma causa anterior, pois o budismo ensina "não há efeito sem causa", mas isto não torna a fé é a prática desta pessoa menor ou menos capaz de leva-la a iluminação.
Afinal se seus sentimentos e suas ações forem sinceras, se seus atos buscam salvar a humanidade, está pessoa prática o verdadeiro budismo de Nichiren, e inevitavelmente atingirá a iluminação.

fabio souza disse...

Sou simpatizante da filosofia budista! Alguém sabe os dias de reuniões?

Cesinha Chaves disse...

Fabio, para saber sobre reuniões, por favor entre em contato direto com a BSGI pelo 0800 11-61 22, ou em SP (011) 3274-1804 ou no Rio (021) 2480-6300 ou pelos email informacoes@bsgi.org.br ou antonio.junior@bsgi.org.br e pergunte sobre um bloco de estudos perto de você.